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Reyna

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Reyna
Reyna01.jpg
Aurum, à direita, Reyna no meio e Argentium à esquerda

Gênero:

Feminino

Família:

Hylla(irmã) Belona(mãe)

Idade:

16 anos (O Filho de Netuno)

Espécie:

Meio-Sangue/Semideusa Romana

Relacionamentos:

Jason Grace(Antiga Paixão) Percy Jackson(Antiga Paixão)

Apelidos:

Pretora do Acampamento Júpiter, Filha de Belona

Lar:

Porto Rico (Local de Nscimento) Ilha de Circe (Antigamente) Acampamento Júpiter

Status:

Viva

Apareceu em:

O Filho de Netuno A Marca de Atena A Casa de Hades O Sangue do Olimpo

"Isso mesmo. Por centenas de anos os deuses tentaram nos separar, para que não entrássemos em guerra.Mas há uma forma melhor de manter a paz: pela cooperação."

–Reyna, em O Sangue do Olimpo

Reyna Avila Ramírez-Arellano é uma semideusa filha de Belona (deusa feminina da guerra, exclusivamente 

romana) e pretora do Acampamento Júpiter. Ela é constantemente descrita acompanhada por dois cachorros autômatos feitos de ouro e prata, respectivamente Aurum e Argentium, que também são os seus guarda-costas pessoais. Cada cão tem um par de olhos de rubi.

Personalidade Editar

Reyna é uma líder forte, valente, rigorosa e madura. Ela dá o melhor de si para manter o acampamento Júpiter no trilho, mas também exige eficiência de seus legionários. Raras são as vezes em que é vista sem sua pose firme pois teme que qualquer demonstração de fraqueza sua possa instaurar insegurança ou medo na legião, e por isso prefere manter-se sempre forte, pra sustentar sua moral.

É uma semideusa desconfiada e sempre duvida daqueles que desconhece ou aparentam não ser honestos com ela, por isso conta com a ajuda de seus cães autômatos para ajudar-lhe a saber quando estão ou não mentindo para ela. Reyna também é conhecida por não ser uma pessoa que perdoa fácil.

Depois que Jason começou a namorar, depois que Percy mostrou desinteresse por ela e depois de tanto tempo distante da irmã, liderando sozinha o acampamento, Reyna começou a se sentir desesperançosa e solitária, mas isso não abalou seu empenho na guerra, já que não mediu esforços e sacrifícios pra ir recuperar a Athena Parthenos.

Externamente, Reyna projeta a imagem de uma líder confiante e sem medo, mas internamente ela está cansada. Tem poucas amizades, porém sabe ser calma e compreensível com quem gosta ou com quem necessita dela.

Extra: Odeia que as pessoas usem seu nome completo. Ela deixou o sobrenome pra trás quando deixou Puerto Rico, quando era ainda criança, e chamá-la por Ramírez-Arellano traz de volta muitas memórias desagradáveis pertencentes a seu pai que a abusava.

AparênciaEditar

Reyna02.jpg

Percy descreve Reyna como tendo mais ou menos 16 anos com pele clara, olhos negros e cabelos pretos e longos que são amarrados normalmente em uma simples trança. Ela veste uma toga roxa, acompanhada de uma armadura dourada. A tatuagem divina que tem em seu braço é a marca de Belona, uma tocha e uma espada cruzadas, e embaixo a sigla SPQR (Senatus Populusque Romanus) com quatro linhas, marcando os quatro anos que serviu na Legião.Piper a descreve como linda, poderosa e romana.

Etimologia Editar

O nome Reyna em espanhol significa "rainha", uma possível homenagem para o fato de que ela é pretora do Acampamento Júpiter. O nome do meio de Reyna, Avila, está enraizada na palavra germânica "avi". O significado exato de "avi" é desconhecido, mas uma possibilidade comum é "desejada". "Ramirez" é espanhol para "filho de Ramiro". "Ramiro" é a forma espanhola de Ramirus, a forma latinizada de um nome visigótico derivado dos elementos germânicos "ragin" e "mari", que significam, respectivamente, "conselho" e "famoso".

Itens mágicos Editar

  • Lança-Espada: Reyna tem uma lança de ouro imperial, como mostrado durante a batalha no Acampamento Júpiter. Ele pode alternar sua forma entre uma lança e uma espada, na vontade da semideusa.
  • Punhal: Reyna também tem um punhal de ouro imperial que ela mostra pra Percy.
  • Faca de caça de prata: Uma faca de bolso prateada que Reyna mantém em todos os momentos, no caso de ser atacada por lobisomens.
  • Armadura: Armadura completa de uma legionária romana.
  • Sacola: Uma mochila das Caçadores de Ártemis, dada a Reyna por Phoebe. Ele contém poções, dardos tranquilizantes e uma tenda de cura bem mobilada e altamente portátil
  • Manto Aegis: Quando Reyna prova sua imensa bravura contra o gigante Orion, Atena encanta a capa regular com invulnerabilidade, dotando-a de poder.

Poderes Editar

  • Espanhol: Reyna é fluente em por ter nascido em Puerto Rico.
  • TDAH: Como a maioria dos semideuses, Reyna possui reflexos sobrenaturais inatos de batalha e usa o TDAH para analisar o estilo de luta do oponente.
  • Dislexia : Reyna pode ser disléxica, o que faz com que seu cérebro leia em latim em vez de línguas modernas.
  • Combate Perícias: Como filha de Bellona, Reyna é naturalmente qualificada em esgrima e no combate corpo-a-corpo. Ela é muito proficiente na luta com lança ou faca. Reyna foi hábil o suficiente para lutar contra todos os monstros através do Atlântico para a viagem pelo mar mediterrâneo. Quando auxiliado pelo poder de Athena e Bellona, ​​Reyna finalmente derrotou o formidável gigante Orion.
  • Telumkinesis: Como filha de Bellona, ​​Reyna é um especialista natural em armas, compreendendo como usar armas mais rápido do que a maioria dos outros semideuses. Tem certo grau de controle mágico sobre armas.
  • Fortalecimento: Reyna pode partilhar a sua força e coragem com os outros, como ela fez várias vezes com Nico em Sangue do Olimpo. Mas ela não gosta de fazê-lo, uma vez que sente que os outros vão pensar que ela está os controlando. É mais eficaz em grandes grupos. Em contrapartida, ela sente todas as emoções daqueles para quem concede a força. Sua tatuagem brilha quando ela usa esta habilidade.

Animais mágicos/acompanhantes Editar

  • Aurum: Autômato dourado de cão de guarda que aparece sempre que Reyna deseja ver se alguém está mentindo.
  • Argentum: Autômato prateado de cão de guarda que aparece sempre que Reyna deseja ver se alguém está mentindo.
  • Scipio: Pégaso que ela monta na batalha do Acampamento Júpiter. Ele é apelidado de Skippy (Skippy é uma marca de amendoim. Esse apelido foi dado porque Scipio tem a pelugem da cor de amendoim) pelos campistas. (Falecido)
  • Guido: Depois de ser nomeada como Cavalo Amigo por Lord Pegasus, seu filho Guido "adota" Reyna.

Amizades Editar

  • Annabeth Chase: Annabeth talvez seja a coisa mais próxima de um amigo que Reyna tenha. Elas parecem se dar bem à primeira vista em A Marca de Atena e tem uma conversa amigável, até serem interrompidas pelos bombardeamentos no Acampamento Júpiter. Reyna também teve a chance de matar Annabeth quando a encontrou novamente; ela não o fez e a deixou escapar, porém disse que na próxima vez que se encontrassem seriam inimigas no campo de batalha mesmo que respeitasse sua ousadia.
  • Nico di Ângelo e treinador Hedge: Os dois viraram amigos de Reyna depois da missão de salvar a estátua. Reyna chega a considerar Nico como um irmão mais novo.
  • Piper McLean: Depois da guerra contra Gaia, as duas viram amigas.
  • Jason Grace: Eles eram bem próximos quando pretores.

RivaisEditar

  • Octavian: Este insolente legado parece ser o único que tem coragem de desafiar Reyna. Ele sempre desrespeita, contradiz e atrapalha Reyna, fazendo com que os dois não tenham um bom relacionamento, por isso ela mantinha como últimos planos colocar Octavian como pretor junto a ela, temendo que ele fizesse seus planos irem por água abaixo.

Interesses AmorososEditar

  • Jason Grace: Antes que Jason desaparecesse e perdesse a memória, ele e Reyna pareciam ser bem próximos e ir em muitas missões juntos, como Percy e Annabeth. Quando se dera conta de que Jason estava com Piper, e quando Jason pediu para mostrar a cidade a Piper, Reyna pareceu magoada por ele não ter dado satisfações depois de tanto tempo longe um do outro. Talvez suspeite de que Piper use seus poderes de persuasão em Jason e fique ressentida por ela ser filha de Afrodite e o fato de Jason evitá-la. Mas mesmo assim manteve-se controlada e educada com Piper e os outros.
  • Percy Jackson: Quando Percy ganhou o cargo de pretor e eles começaram a passar mais tempos juntos, como era com Jason, Reyna começou a se interessar pelo filho de Poseidon, mas ele ainda se lembrava de Annabeth, o que deixou Reyna sem esperanças.

Família Editar

  • Hylla: Reyna tem uma relação um pouco difícil com sua irmã Hylla, rainha das Amazonas. Elas se separaram há vários anos, quando Hylla juntou-se às amazonas e Reyna à Décima Segunda Legião. Elas muitas vezes se desentendem, mas ainda se amam muito, apesar das muitas diferenças.

Livros Editar

O Herói Perdido Editar

Jason Grace se recorda de Reyna como sendo uma de suas amizades no Acampamento Júpiter. Ele diz que "definitivamente lembra" de Reyna, indicando que os dois poderiam ter tido um relacionamento. Mas, o que sente por Piper é extremamente mais forte do que isso.

O Filho de NetunoEditar

Quando Juno aparece em sua forma de deusa e apresenta Percy Jackson como um filho de Netuno para Reyna e os outros campistas, ela soa como se conhecesse Percy, porém não quer revelar de onde. Ela é a Pretora da Décima Segunda Legião. Mais tarde, Percy descobre que Reyna morava na ilha de Circe, na época em que eles foram para lá no caminho de O Mar de Monstros. Depois de Circe pedir para suas criadas levarem Annabeth para uma sala e arrumarem-a, Circe manda Percy beber um líquido dizendo que ele vai se tornar mais forte e bonito. Ela mostra a ele uma imagem dele "melhorado" e diz que se tomar o líquido ficaria daquele jeito. Percy bebe e vira um porquinho da Índia. Annabeth o salva e eles explodem a ilha de Circe, que era a casa de Reyna. Ela tem uma irmã chamada Hylla que atualmente é rainha das Amazonas.

CuriosidadesEditar

  • Seu nome, Reyna, em espanhol significa rainha.
  • Ela veio de San Juan, Porto Rico.
  • Em seu retrato, há três palavras: Justitia fulmentum regni que significa "Ajuda para o reino da justiça".
  • Seus dois cães, Aurum e Argentum (ouro e prata em latim, respectivamente) são similares aos dados ao Rei Alcino de Phaeacia por Hefesto na mitologia grega.
  • Reyna tem carteira de motorista, já que é vista dirigindo em A Marca de Atena. Isso faz dela a terceira semideusa conhecida a conduzir; sendo Zoe Doce-Amarga a primeira e Percy é o segundo.
  • Apesar de abandonar seu acampamento para ajudar os semideuses no Mar Mediterrâneo, ela foi restabelecida como pretora.
  • A sobremesa favorita de sua infância em San Juan foi Piragua (raspa-raspa coberto com essência de fruta sabor xarope).

Trecho da história Editar

Estava tudo bem, até a rebelião dos piratas. Antes disso, eu levava a mesma vida de sempre. Afinal, que trabalho eu tinha em viver numa bela ilha, num spa maravilhoso e com uma bondosa feiticeira como chefe

Ok, essa parte é estranha.

Meu nome é Reyna, tenho onze anos. Sou uma semideusa romana, filha de Belona, deusa da guerra. Meu pai mortal abandonou a mim e a minha irmã, Hylla, e nós ficamos perdidas no mundo por um tempo, até acharmos Circe, a feiticeira. Ela nos acolheu no seu spa, onde treina jovens com magia. Eu sou muito jovem, então não aprendo tanto quando Hylla. Sou mais do tipo assistente.

Aquele dia estava um pouco mais agitado do que o normal. Parecia que um garoto havia chegado ao spa. Que tolo, mal sabia que seu futuro seria virar um porquinho da índia. Eu levava, de um lado para o outro, pilhas de toalhas brancas para o bom funcionamento do salão de beleza mitológico. Enquanto isso, perguntei a uma garota, uma aprendiz de Circe, sobre o que se passava.

– O nome do garoto é Percy Jackson, pelo que me falaram. - Sussurrou ela. - Está com uma garota. São semideuses. A menina, mestra Circe provavelmente vai recrutar. Já o garoto...

Nós rimos. Parecia meio cruel, mas eu achava os porquinhos-da-índia muito fofinhos. Quando terminei minhas atividades no salão, fui procurar Hylla. Ela tem 16 anos e dizem que somos muito parecidas, apesar de eu achá-la infinitamente mais bonita. Ela estava vestindo um vestido cinza sem mangas, com um simples cinto onde estava presa a sua adaga de ouro, e seus cabelos pretos caíam pelas costas como uma cortina de seda.

– Ei. - Chamei-a. Ela sorriu ao me ver.

– Então, Reyna, trabalhando muito? - Ela perguntou, e eu fiquei um pouco chateada. Ainda não tinha aulas de magia como ela, por isso ela se achava tanto.

– Claro, claro. - Suspirei, triste. - O que aprendeu a fazer hoje?

Hylla cruzou os braços sobre o peito.

– Só uns truques com fogo e... - Ela foi interrompida quando ouvimos batidas de sino ecoando pelo lugar. Eu sabia o que era: um chamado de Circe. Só quando aconteciam coisas bem ruins aquele sino tocava. - Reyna, espere bem aqui, ok?

Ela levantou o longo vestido e saiu correndo. Não queria ficar preocupada, pois com magia as coisas sempre estão no controle, mas não me contive. Hylla e eu só havíamos chegado ao spa a alguns meses, e ela já se achava boa demais para correr e ir ajudar Circe.

Fiquei andando de um lado para o outro, esperando que ela voltasse, quando ouvi sons de coisas quebrando. Mordi o lábio inferior e fui para a direção que ela seguira, mesmo que eu não tivesse autorização para aquilo. Mais barulhos de coisas quebrando. Então gritos. De... Homens.

Me assustei. Não haviam homens no spa, a não ser aquele que acabara de chegar, Percy Jackson. Mas ele parecia ser só alguns anos mais velho que eu, como poderia ter a voz tão grossa?

Algumas feiticeiras passaram correndo por mim, e então o tal garoto. Mal tive tempo de registrar o seu rosto: cabelos pretos, olhos verdes, uma grande espada de bronze. A sua amiga loira me derrubou no chão enquanto corria. Alguém estendeu a mão para me ajudar: Hylla.

– Eu disse para esperar! - Ela rosnou e correu, eu a segui. Não sabia porque estávamos fugindo. - Não olhe para trás, Reyna!

– O que está havendo, Hylla?

Houve uma explosão. Das chamas, saiam homens grandes, gordos e bem feios. Pareciam com raiva. Eles tinham espadas imensas. Soltei um gritinho de pavor e decidi obedecer Hylla.

– Piratas. - Disse minha irmã. - Percy Jackson os soltou, trazendo de volta a forma humana. Se eu pudesse, eu mesma mataria aquele pequeno infeliz.

Paramos de correr quando Hylla abriu uma pequena porta que eu achei que fosse o armário de vassouras. Ela fechou assim que eu entrei, revelando uma passagem subterrânea.

– Aqui embaixo ficaremos seguras. - Disse ela. Eu não enxergava nada, e mal podia respirar. Em um momento, estava tudo bem, e no outro... Boom! O som de uma explosão. Abracei Hylla, seu corpo estava quente e tremia. Ela retribuiu o abraço. Talvez apenas nós tivéssemos sobrevivido, por estarmos embaixo.

Comecei a chorar. Agora eu não tinha mais casa.

– Ei, não se pode chorar em uma luta. - Disse ela, limpando minhas lágrimas de um jeito nada carinhoso. - Pegue isso. - Ela me deu uma adaga que estava na sua mão, parecida com a que ela usava, que estava presa em seu cinto.

– Mas eu não sei lutar. - Sussurrei.

Hylla abriu a passagem subterrânea e voltamos para onde fora o spa de Circe. Haviam muitas chamas e respirar era difícil, mas logo conseguimos sair dos destroços. Hylla encarava a praia, decepcionada e talvez até desesperada.

– Vamos aprender a lutar, então.

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